Aula expositiva dialogada sobre os Estados Unidos e a sua formação territorial, e, ainda que inicialmente, a sua formação política e socioeconômica.
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| Aspecto do quadro da aula. |
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
Aula aula expositiva dialogada sobre Países do Norte e Países do Sul: as regionalizações geoeconômicas.
Para is além e até mesmo recompor o estudado neste dia, interessante é ler:
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| O "Limite Brandt" (Fonte:VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 108. Disponível em: <https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597766>. Acesso em 16 de ago., 2023). |
"A divisão norte-sul é uma divisão sócioeconômica e política utilizada para atualizar a Teoria dos Mundos. A partir dessa divisão, separa-se os países desenvolvidos, chamados de países do norte, dos países do sul, grupo de países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, divididos no mapa através de uma linha imaginária. Apesar do nome, alguns países do norte também estão abaixo da linha do equador, como a Austrália e a Nova Zelândia que, mesmo assim, fazem parte do grupo de países do norte, os desenvolvidos.[1]
Anteriormente, o grupo dos países do sul era chamado de Terceiro Mundo, porém esta definição tornou-se errônea desde a extinção do grupo de países socialistas, pertencentes ao Segundo Mundo, pois não faz sentido usar tais denominações quando um Segundo Mundo já não mais existe.
Apesar de estar em desuso, ainda utilizamos as expressões países do norte e do sul que são mais adequadas para descaracterização ideológica, mas não evidenciam as desigualdades entre os países de cada bloco. Podemos usar as expressões países ricos e pobres, também."
(DIVISÃO NORTE-SUL. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2023. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Divis%C3%A3o_norte-sul>. Acesso em: 16 ago. 2023.).
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 109. Disponível em: <https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597766>. Acesso em 16 de ago., 2023. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 109. Disponível em: <https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597766>. Acesso em 16 de ago., 2023. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 110. Disponível em: <https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597766>. Acesso em 16 de ago., 2023. |
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| Aspecto da turma 81 trabalhando na tarefa do dia (1 de 3) |
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| Aspecto da turma 81 trabalhando na tarefa do dia (2 de 3) |
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| Aspecto da turma 81 trabalhando na tarefa do dia (3 de 3) |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 80. |
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| Aspecto da capa do DVD do filme "The Coldest War" ("Partida Fria"). Fonte: THE Coldest Game. KOSMICKI, Lukasz. Varspivia: IMDb, 2019. Disponível em: <https://www.imdb.com/title/tt6445414/>. Acesso em: 12 de jul., 2023. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 76. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 76. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 76. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 78. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 78. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 74. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 74 |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 74 |
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| Aspecto do quadro de giz da aula. |
Aula expositiva dialogada sobre a relação entre Quarta Revolução Industrial, Setores Econômicos de um país, e (conclusão), sobre as Disparidades Socioeconômicas.
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| Aspecto do quadro da aula. |
O professor refletiu sobre os seguinte elementos:
- Setor Primário: a agricultura e a extração
- Setor Secundário: as fábricas e indústrias
- Setor Terciário: os serviços (o "comércio")
- Setor Quaternário: as tecnologias de ponta
Obs.: neste ponto, o professor fez um questionamento buscando instigar os alunos, qual seja:
- Qual dos setores estudados está está mais próximo de vocês e qual deles é o que melhor paga?
Em seguida, seguiram-se as explicações referentes ao seguintes elementos:
- o saber pensar e o "apertar botões" (tecnologia, uma ferramenta ou um fim em si mesma?)
- a curiosidade como a base primeira futuro do "mundo do trabalho"
Assim, com isso, o professor concluiu o conjunto de aulas que versaram sobre as "Disparidades Socioeconômicas" entre as nações.
Em seguida, novo assunto foi introduzido, a saber: "As Organizações Internacionais".
Com base na observação e leitura, novamente, do quadro da página 47, de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018" vislumbrou-se que o mundo, no século XVIII, não era tão desigual, mas que, o mesmo não se pode dizer em termos de século XXI.
Logo, reconhece-se, os porquês da criação das Organizações Internacionais e seus quase sempre comuns objetivos de diminuir as desigualdades planetárias.
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 47. |
Para saber +A Guerra FriaPeríodo que se iniciou apés o término da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e perdurou [será que acabou?] até a dissolução da União Soviética, em 1991. Durante esse período duas potências mundiais — ou superpotências, como eram chamadas — disputavam a hegemonia (supremacia, predominância) mundial: os Estados Unidos, líder do chamado mundo capitalista, e a União Soviética, líder do chamado mundo socialista ou países com economia planificada.
Nesta aula, o professor retomou a aula sobre a "Origem das disparidades socioeconômicas", e, de imediato, solicitou que os estudantes elaborassem, com base nas páginas 53 a 56, respostas para as seguintes questões:
1) Quais os principais elementos da Primeira Revolução Industrial?
2) Quais os principais elementos da Segunda Revolução Industrial?
3) Quais os principais elementos da Terceira Revolução Industrial?
4) Quais os principais elementos da Quarta Revolução Industrial?
5) O que é o fordismo?
6) O que é o taylorismo?
Enquanto isso, o professor avaliou os cadernos dos estudantes.
Para recompor alguns dos conhecimento trabalhados, recomenda-se a leitura, abaixo ("VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 53-56")
Etapas da Revolução Industrial
A Revolução Industrial costuma ser dividida em três fases ou etapas: Primeira, Segunda e Terceira Revolução Industrial. Atualmente, alguns autores falam em uma Quarta Revolução Industrial que envolveria a robotização, a miniaturização (nanotecnologia) aprimoramento da inteligência artificial, a evolução das impressoras 3D, etc. Entretanto, esse conceito não é unanimidade entre os estudiosos. Trata-se, na verdade, do desenvolvimento ou expansão da Terceira Revolução Industrial, pois todas essas tecnologias já existem desde o final do século passado ou início deste, embora estejam sendo constantemente aprimoradas. Os países que acompanharam de forma plena todas essas fases nos seus diversos momentos são os chamados desenvolvidos.
A Primeira Revolução Industrial aconteceu de meados do século XV até o final do século XIX, em cerca de 1870. A Inglaterra era a grande potência industrial do mundo, e as bases técnicas da indústria ainda eram relativamente simples. Predominavam a maquina a vapor e as indústrias têxteis; a grande fonte de energia era o carvão mineral. As empresas geralmente eram pequenas e médias, tipicas do capitalismo concorrencial ou liberal, ou seja, da fase do capitalismo na qual a presença do Estado na economia era minima.
A Segunda Revolução Industrial se deu a partir das últimas décadas do século XIX até o final do século XX Nessa fase a liderança britânica foi pouco a pouco substituída por ouras economias, como a Alemanha e principalmente os Estados Unidos. Dois elementos fundamentais foram a expansão da eletricidade e invenção dos motores elétricos, que representaram grandes inovações técnicas. Também ocorreu o desenvolvimento de grandes empresas, que passaram a adotar um modelo de produto tendo como base alinha de montagem. A presença do Estado na economia cresceu, seja por meio da multiplicação de regulamentos e fiscalizações, seja pela criação e expansão de empresas estatais.
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O carvão mineral foi aos poucos substituído pelo petróleo, que, com o advento e a expansão da indústria automobilística, tornou-se a principal fonte de energia do mundo. Os setores mais importantes passaram a ser a siderurgia, a metalurgia e, no século XX, a petroquímica e a indústria automobilística. Essa etapa durou até a década de 1970 nos países desenvolvidos. Em muitos países subdesenvolvidos, ela nem começou ou se encontra em um estagio pouco avançado.
A Terceira Revolução Industrial, ou Revolução Técnico-Cientifica, iniciou-se na segunda metade da década de 1970. Essa etapa da industrializaçã o é marcada pelo
importante papel do conhecimento cientifico e da tecnologia avançada. Novos setores de ponta se tornaram essenciais e modificaram os demais: a informatica, a robótica, as telecomunicações, a química fina, a indústria de novos materiais, a biotecnologia, em particular, o ramo da engenharia genética, entre outros.
Ha ainda outras diferenças entre essas trés revoluções industriais. Na primeira predominavam jornadas extensas de trabalho — a média era de 14 a 16 horas por dia, incluindo os fins de semana —, baixa remuneração e condições precárias de trabalho, como fábricas poluídas e muitas vezes sem janelas, além disso, nesse período observa-se o trabalho infantil e ausência de qualquer direito trabalhista.
Durante a Segunda Revolução Industrial, esse panorama mudou devido a vários fatores, principalmente as reivindicações e lutas trabalhistas, bem como aos novos métodos de trabalho visando mais eficiência na produção. Entre esses métodos, destacam-se o taylorismo e o fordismo: ambos datam do inicio do século XX e aceleraram e padronizaram ainda mais a atividade industrial e, ao mesmo tempo, o consumo das pessoas (incluindo os trabalhadores).
O taylorismo, também chamado de administração cientifica do trabalho, foi uma forma de organização das atividades criada por Frederick Taylor (1856-1915), engenheiro estadunidense. Consiste em fragmentar ou dividir ao máximo as tarefas — Taylor chamava isso de racionalização do trabalho — com vistas a uma maior eficiência. Os operários passam a executar tarefas especificas quase como se fossem maquinas, ou seja, com gestos e comportamentos padronizados e que lhes são ensinados em cursos de treinamento.
No taylorismo, os trabalhadores não eram incentivados a ter iniciativas próprias, mas apenas a obedecer ao que foi programado. No formato taylorista, a produtividade e os lucros aumentaram, bem como os salários dos trabalhadores, que se baseavam na produtividade. Entretanto, o trabalho extremamente repetitivo também aumentou o sentimento de frustração dos trabalhadores.
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| Mulheres trabalham na linha de produção de uma fábrica em Essex, Inglaterra, 1916. |
O fordismo foi desenvolvido por Henry Ford (1863-1947) — empreendedor estadunidense, fabricante de automóveis — e é tido como um aprimoramento do taylorismo. Ele mantém o sistema de divisão do trabalho do taylorismo, mas introduz a esteira, a linha de montagem, que da um ritmo ainda mais acelerado ao trabalho e aumenta a produtividade.
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| Trabalhadores na linha de produção em uma das fábricas de Henry Ford, em Michigan, nos Estados Unidos, em1913. |
O lema do fordismo é “produção em massa consumo em massa" Ou seja, se há produção tem que existir consumo, caso contrário, não há lucro. Por esse motivo, Ford defendia uma remuneração maior aos trabalhadores — a maioria da população — para que pudessem adquirir automóveis e também outros bens de consumo como eletrodomésticos, móveis, roupas, alimentos industrializados, etc.
O taylorismo e especialmente o fordismo, ao aumentarem intensamente a produtividade do trabalho, colaboraram para que a jornada de trabalho se reduzisse para 48 horas por semana, ou até menos, embora isso tenha sido ocasionado principalmente pelas lutas sociais por direitos dos trabalhadores, que foram gradativamente conquistados no século XX: jornada de 8 horas ao dia, pagamento de horas extras, férias remuneradas, direito a indenização ao ser demitido sem justa causa, proibição do trabalho de menores de idade (de 14, 16 ou 18 anos, conforme o pais), licença-maternidade para as mulheres (em alguns países, também para os homens).
Já a Terceira Revolução Industrial criou a produção flexível, também conhecida como toyotismo, por ter sido implantada inicialmente nas fabricas automobilísticas da Toyota, no Japão.
Esse método de trabalho visa evitar o desperdício, que era — e em grande parte ainda é — muito comum na Segunda Revolução Industrial e no fordismo. Como o fordismo introduz a produção em massa, existe um enorme desperdício, que já está embutido nos custos da produção (artigos defeituosos, objetos que não encontram compradores, etc.), o que encarece os produtos.
Já a produção flexível introduz o método just-in-time, uma forma de produção que leva em conta as necessidades do consumidor. Fabrica-se somente o necessário, com grande controle de qualidade para evitar artigos defeituosos. As empresas japonesas nas décadas de 1970 e 1980, e hoje até as estadunidenses e as europeias, já fabricavam carros e outros bens personalizados, ou seja, ao gosto dos clientes, com detalhes e diferenças que jamais o fordismo levou em consideração. Com essa mudança, o desperdício tende a diminuir, e também a relação produção-consumo passa a ser um pouco mais igualitária, com maior influência do consumidor sobre a produção.
- Just-in-time: em inglês, “no tempo exato”. Método de produção que surgiu no Japão (onde recebe o nome de sistema kanban) e, atualmente, difundido por vários outros países. Consiste em produzir no tempo certo e na quantidade exata, evitando a necessidade de estocagem e também os desperdícios.
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| Cirurgia feita com a utilização de robô em hospital de Lyon, na França, em 2017. |
Aula expositiva dialogada sobre "As Origens das Disparidades Socioeconômicas" entre as nações.
O professor explicou vários elementos que contribuem ou mesmo definem as diferenças entre Países do Norte e Países do Sul.
Abaixo, a fotografia do quadro magnético:
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| Aspecto de como o conteúdo foi disposto no quadro. |
ORIGEM DAS DISPARIDADES ECONÔMICAS:
Nesta aula, os alunos assistiram ao filme "A Família Bélier" ("La Famille Bélier" (2014 (direção de Éric Lartigau))), trazido pelo "Projeto sociocultural" de cinema itinerante, Cine Mônica, que é realizado em escolas públicas de Porto Alegre/RS.
Para recompor alguns dos conteúdos que objetivavam serem apreendidos nesta aula, aconselha-se assistir ao trailer do filme, abaixo, bem como, à breve análise do filme, presente no Link ao final da presente postagem.
Integrando os estudos relativos aos conceitos de respeito à alteridade, aporofobia, xenofobia e discriminação contra os estrangeiros, no período gentilmente cedido pelo professor João Vitor Ferreira (das 8h55min. às 9h50min.), graças a uma iniciativa da professora Tatiane Reis, os alunos das turmas 81 e 82 participaram de uma palestra com a imigrante venezuelana, e funcionária da escola, Alejandra Duran.
Alejandra está no Brasil há cinco anos e contou as peripécias de ser migrante em solo brasileiro.
As mensagens foram as de aproveitar as oportunidades neste país, Brasil, tão grandioso em termos de oportunidades e opções, bem como, as de se projetar um amanhã, que todo e qualquer jovem que queira estudar pode alcançar, após ter planejado um futuro repleto de objetivos e possibilidades traçadas por si e para si.
Falou-se da conjuntura política e econômica da/ na Venezuela e da importância da: LIBERDADE!
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| Aspecto da fala de Alejandra Duran junto aos alunos das turmas 81 e 82 |
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| Alejandra Duran e Prof. Donarte, iniciando a fala junto aos alunos das turmas 81 e 82. |
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| Alejandra Duran contando a respeito da experiência de ser imigrante. |
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| Alunos das turmas 81 e 82, em palestra com a imigrante venezuelana Alejandra Duran. |
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| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 21 |
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VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 22.
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N.B. : no encontro de 16 de set. , os estudantes assisitiram à preleção de Caio Riter, pelo Programa/ Projeto "Adote um escritor",...