quinta-feira, 28 de junho de 2018

Vigésima oitava aula!

Integração do estudo do subcapítulo "Ruínas de Potosí - o Ciclo da Prata", de "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007".

Em seguida, deu-se início à leitura do subcapítulo "O Derramamento de Sangue e Lágrimas: entretanto, o Papa decidira que os índios tinham alma".

Da leitura da obra, através da dinâmica das rodas de leitura, emergiram, os seguintes pontos:

- o relato de que as mães dos indígenas matavam seus filhos para que eles escapassem aos tormentos das minas
- no sistema mercantilista capitalista que se intensificava, a transformação do índio, escravo, em proletariado externo - no caso dos negros subtraídos da África, identicamente, a mesma coisa, com o perdão da redundância: proletários externos
- a escravidão greco-romana ressuscitada no "Novo Mundo"
- o genocídio nativa:

"[...] as mais bem fundadas e recentes investigações atribuem ao México pré-colombiano uma população que oscila entre os 30 e 37,5 milhões de habitantes. Calcula-se uma quantidade idêntica de índios na região andina, a América Central contava com 10 ou 13 milhões de habitantes. Os índios das Américas somavam entre 70 e 90 milhões de pessoas, quando os conquistadores estrangeiros apareceram no horizonte; um século e meio depois tinham-se reduzido, no total, a apenas 3,5 milhões.". (GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, p. 28 (informação que, no livro citado, é complementada por uma nota de rodapé que remete às obras de: Darcy Ribeiro, Henry Farmer Dobyns e Paul Thompson))

- as condições de trabalho nas minas: o caso de intoxicação por mercúrio
- as Leis da época, que decretavam a igualdade de direitos entre índios e espanhóis, como "letra morta"
- Juan Ginés de Sepúlveda, que legitimava o tratamento dados aos índios visto serem eles, segundo ele, inferiores
- o conde de Buffon (Georges-Louis Leclerc) e sua tese de que não se verificava, nos índios, "nenhuma atividade da alma"
- o depoimento e as ideias de tantos outros "pensadores", que defenderam ou se recusaram a reconhecerem os índios como seres humanos:

"O abade De Paw inventava uma América onde os índios degenerados eram como cachorros que não sabiam latir, vacas incomestíveis e camelos impotentes. A América de Voltaire, habitada por índios preguiçosos e estúpidos, tinha porcos com umbigos nas costas e leões carecas e covardes. Bacon, De Maistre, Montesquieu, Hume e Bodin negaram-se a reconhecer como semelhantes os “homens degradados” no Novo Mundo. Hegel falou da impotência física e espiritual da América e disse que os índios tinham perecido ao sopro da Europa" (GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, p. 30)




terça-feira, 26 de junho de 2018

Vigésima sétima aula!

Continuação do estudo do subcapítulo "Ruínas de Potosí - o Ciclo da Prata", de "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007".

Nesta aula, emergiram da leitura, os seguintes elementos:

- a Bolívia nunca veio a se beneficiar daquele "ciclo" de riquezas econômicas: "a cidade que mais deu ao mundo e que menos tem" (segundo Galeano, o depoimento de uma velha senhora potosina)
- os ourives, cinzeladores e entalhadores e as igrejas bolivianas
- a ruína de Potosí com a queda do "ciclo da prata", graças ao exaurimento de suas minas; o declínio populacional
- Potosí e Sucre no contexto de capitais culturais dos Vice-Reinados

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Vigésima sexta aula!

Dando continuidade ao nosso estudo, através da dinâmica da roda de leitura adentramos na leitura do subcapítulo "Ruínas de Potosí - o Ciclo da Prata".

O professor deu destaque ao parágrafo inicial, que, como se pode ver, dá a explicação para a atual situação da Bolívia, apesar da recente ascensão, a saber:

"Analisando a natureza das relações “metrópole-satélite”, ao longo da história da América Latina, como uma cadeia de subordinações sucessivas, André Gunder Frank destacou, em seus trabalhos, que as regiões mais marcadas pelo subdesenvolvimento e pela pobreza são aquelas que no passado tiveram laços mais estreitos com a metrópole e desfrutaram de períodos de auge. São as regiões que foram as maiores produtoras de bens exportados para a Europa ou, posteriormente, para os Estados Unidos, e as fontes mais caudalosas de capital; regiões abandonadas pela metrópole, quando por uma razão qualquer os negócios decaíram" (GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, p. 24.)

Com base nisso, o professor explicou o ciclo da prata de Potosí.



terça-feira, 19 de junho de 2018

Vigésima quinta aula!

Dando sequencia ao estudos da aula passada, foram estudados os seguintes pontos, que emergem da leitura da obra estudada:

- A necessidade da Europa por ouro e prata
- os burgueses e a possessão que faziam das cidades
- o surgimento dos bancos
- a conversão da posição da América (Latina) na divisão internacional do trabalho em uma vocação e em um destino
"[...] a existência dos centros ricos do capitalismo pode explicar-se sem a existência das periferias pobres e submetidas: uns e outras integram o mesmo sistema." (GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, p. 23.)

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Vigésima quarta aula!

Retomada da aula anterior, com a integração relativa a ela. Em seguida, foi dada sequência aos estudos de nossa leitura do momento ("GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007."), dando ênfase ao avanço do mercantilismo capitalista, surgia com a descoberta das "Colônias Americanas".

terça-feira, 12 de junho de 2018

Vigésima terceira aula!

Em virtude da forte chuva que se abateu sobre a capital do Estado, bem como, nas cidades do interior, muitos alunos faltaram, bem como, professores se atrasaram.

Deste modo, os estudantes de C21 e de C31 ficaram, ambos, com o professor de geografia.

Assim, o professor aproveitou para associar os conteúdos que estão sendo vistos. Fez isso à partir do seguinte instigamento:

"Por que Jean-Claude Juncker, em seu 'Livro Branco Sobre o Futuro da Europa', à página 8, afirma que a Europa é 'o principal doador de ajuda humanitária e ao desenvolvimento.'?"

Com base nisto, foram relacionados os seguintes elementos:

- a acumulação primitiva, acumulação primitiva, acumulação original 
- os proletariados externos (os índios e os negros)
- o tamanho da riqueza da Europa: o excerto colocado no quadro de giz na última aula, do qual foi destacado, o seguinte: "a maior concentração de riqueza que jamais possuiu qualquer civilização na história mundial."

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Vigésima segunda aula!

Com o objetivo de retomar as noções vistas nas duas ultimas aulas (vigésima aula e vigésima primeira aula), o professor instigou os estudantes a responderem a seguinte questão: "o que Eduardo Galeano quis dizer ao intitular o subcapítulo que estamos estudando de "A Distribuição de Funções entre o Cavalo e o Cavaleiro'?".

Com base no que os estudantes responderam, foi pontuado no quadro de giz os seguintes elementos:

- os "cavaleiros" eram as metrópoles
- os "cavalos" eram as colônias
- saqueio das riquezas
- a acumulação primitiva (de novo)
- uma Espanha e um Portugal decadentes ("tinham a vaca, mas outros tomavam o leite", conforme aula do dia 22 de maio)
- estabelecimento de uma dinâmica dentro da Capitalismo (que estava a surgir) que colocava a América Latina como subordinada à Europa.

Em seguida, foi concluída a leitura do subcapítulo "A Distribuição de Funções entre o Cavalo e o Cavaleiro", bem como, iniciada a do subcapítulo "O derramamento de sangue e lágrimas: entretanto, o papa decidira que os índios tinham alma".

Com relação a esta parte do livro, o professor colocou o seguinte e importante excerto no quadro de giz:

"A economia colonial latino-americana dispôs da maior concentração de força de trabalho até então conhecida, para possibilitar a maior concentração de riqueza que jamais possuiu qualquer civilização na história mundial."

Bem como, a respeito do qual, fez os comentários pertinentes.

terça-feira, 5 de junho de 2018

"Olimpíadas de Matemática" (seria (de novo) a "Vigésima segunda aula!")...

Aula na qual as provas das "Olimpíadas de Matemática" foram executadas na escola. Assim, os alunos passaram os dois períodos de Geografia respondendo as mencionadas avaliações.  

terça-feira, 29 de maio de 2018

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Vigésima primeira aula!

Retomada e aprofundamentos dos elementos vistos na aula anterior, que emergiram da leitira do subcapítulo "A Distribuição de Funções Entre o Cavalo e o Cavaleiro".

terça-feira, 22 de maio de 2018

Vigésima aula!

Utilizando-se da dinâmica da Roda de Leitura, o professor deu sequência à leitura da obra que está sendo estudada. foi concluído o capítulo "A Espanha tinha a vaca, mas outros tomavam o leite".

Em seguida, o professor passou, no quadro de giz, o importante parágrafo, a seguir, retirado do início do subcapítulo "A Distribuição de Funções Entre o Cavalo e o Cavaleiro":

"Escreveu Karl Marx, no primeiro tomo de O Capital: 'O descobrimento das jazidas de ouro e prata da América, a cruzada de extermínio, escravização e sepultamento nas minas da população aborígene, o começo da conquista e o saqueio das Índias Orientais, a conversão do continente africano em local de caça de escravos negros: são todos feitos que assinalam os alvores da era de produção capitalista. Estes processos idílicos representam outros tantos fatores fundamentais no movimento da acumulação original'"

Feito isso passou-se a explicação pormenorizada de cada um dos elementos que emergem da leitura acima, a saber:

- quem foi Karl Marx (1818-1883) e quais os interesses que tinha em suas pesquisas
- o contexto do livro "O Capital"
- as jazidas de prata e ouro na América: "ontem" e "hoje"
- a semântica do termo "cruzada" no parágrafo acima e as "Cruzadas", como fato na história
- a diferenciação do termo "aborígene", possíveis acepções: os autóctones da austrália (aborígenes), os da região central da Itália e seu rei (Latino), e seu uso como conceito e os "outros aborígenes", a, a semântica do termo no livro que está sendo estudado.
- o que são (ou onde se situavam) as "Índias Orientais"
- o continente africano e a "troca" de seres humanos como escravos
- o que significa alvores
- o que é a produção capitalista
- o significa idílico, e, o mais importante:
- o que é acumulação primitiva (nos termos de Galeano) ou acumulação original (com as suas críticas pertinentes)   

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Décima Nona aula!

Utilizando-se da dinâmica da Roda de Leitura, foi concluído o capítulo "Esplendores de Potosi: o Ciclo da Prata.

O professor fez os comentários pertinentes, que julgou serem os seguintes:

- os índios que foram derrotados, também, pelo "assombro", além dos aspectos analisados na última aula
- o lastro de uma moeda e a sua comparação com o lastro dos navios portugueses e espanhóis
- a geografia de Potosi, e suas minas, na Bolívia: o "esto vale un Potosí", de "Dom Quixote", de Cervantes
- as riquezas levadas para a Europa

terça-feira, 15 de maio de 2018

Décima Oitava aula!

Utilizando-se da dinâmica das Rodas de Leitura, como no caso da última aula, estudantes e professor procederam a continuação da leitura da obra que está sendo estudada.

Nesta aula emergiram as seguintes temáticas que foram trabalhadas mais detidamente:

- a prata fina retirada de Potosi (Bolívia)
- a geografia urbana das cidades dos ameríndios: cidades que respeitavam a Natureza
- a geografia urbana das cidades que eram construídas pelos portugueses e espanhóis (herdeiros da pólis greco-romana), sobre as cidades doa ameríndios; cidades que não respeitavam a Natureza
- a magnificência e a opulência das cidades ameríndias

Pôde-se ler a obra até bastante adentro do subtítulo "Como porcos famintos, anseiam pelo ouro".    

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Décima Sétima aula!

O professor solicitou as respostas que haviam sido encontradas para o "tema de casa" solicitado na última aula.

Em seguida, para instigar os alunos, o professor lançou a seguinte questão: "por que Galeano, afirma: a) que eles, os colonizadores, eram "deuses que voltavam", e, b) por que eles traziam, consigo, "armas secretas"?. Tal questionamento ficou de "tema de casa".

Porém, no decorrer da aula, mais algumas partes da obra foram lidas, através da técnica da Roda de Leitura.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Décima Sexta aula!

Aula em que, através da dinâmica da Roda de Leitura, estudantes e professor leram, juntos, a obra escolhida para este "semestre" do "Ano Letivo", a saber:

GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.

À medida em que a leitura era feita, o professor fazia os comentários pertinentes, retirando dúvidas e aprofundando as questões.

Foi explicado sobre o valor da pimenta, do gengibre, do cravo, da noz-moscada e da canela e o porquê de eles serem tão valiosos. O professor falou sobre a retomada, ou ainda, a reconquista da Península Ibérica. Neste ponto, o professor citou e sugeriu a leitura do livro El Cid Campeador e sobre este personagem e ser histórico.

Instruiu-se, ainda, sobre as "armas secretas" que, segundo Galeano, ajudaram a dizimar os índios.

De tema de casa foi solicitada a pesquisa de como, afinal, morreu Hernán Cortés.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Décima Quinta aula!

Nesta aula, o professor fez mais algumas combinações a respeito do grupo de Whatsapp da turma, acrescentando alguns alunos que ainda não haviam entrado no mesmo.

Em seguida, através da dinâmica da Roda de Leitura, iniciou-se a leitura do livro adotado, a saber, "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano. À medida em que a leitura transcorria, o professor ia fazendo intervenções, falas no sentido de traduzir, ou ainda, de explicar os significados dos pontos importantes que emergiam do texto.

Deste modo, explicou-se os conceitos de:

- ecúmeno 
- anecúmeno
- o "lançar-se", de Cristóvão Colombo e o porquê de este "lançar-se para as desconhecidas terras do oeste" era o mesmo que desafiar as "lendas".
- as lendas que alcançaram os homens do século XV e que vinham desde os gregos; a Odisseia, de Homero; Cila e Caríbdis.

Obs.: neste dia ainda houve tempo para conversar com os estudantes PedroVolz e Henrique Mensh, que serão os assistentes das aulas de Geografia e escritores do presente blog. Sejam bem vindos!!!

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Décima Segunda aula!

Nesta aula, o professor combinou com a turma a leitura do Ano Letivo, ou melhor, a leitura para primeiro semestre do presente Ano Letivo.

A leitura sugerida, foi: "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano (1940-2015).

Tal leitura, como já é de "domínio publico", será disponibilizada na aba lateral do presente blog, para o download, na extensão ".pdf".

terça-feira, 17 de abril de 2018

Décima Primeira aula!

O professor explicou, através de aula expositiva dialogada os conceitos de populismo e de caudilhos e coronéis, em nível de América Latina.

Com relação ao populismo, o professor destacou o fato de que esta é uma forma de governo há muito usada na América Latina. Salientou que os políticos angariam a simpatia popular por intermédio de promessas rasas e básicas que, na verdade, todas elas, já são um direito do povo; promessas vazias, portanto.

Em relação aos caudilhos e coronéis, o professor utilizou-se, para exemplificar isso no espaço geográfico, de um mapa do Rio Grande do Sul, salientando as áreas territoriais do municípios da chamada metade norte (latifúndio) e da metade sul (minifúndio).

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Décima aula!

Com base no que se estudou até aqui; o porquê da pobreza da América Latina; o processo de colonização na América como um todo, o professor fez questão de, através de uma aula expositiva dialogada, chamar a atenção para o fato de que a colonização na América Anglo-Saxã, apesar de ter sido feita com o objetivo do povoamento, não deixou de ser menos predatória. 

Para ilustrar a questão, o professor citou uma partes do livro "Enterrem o meu coração na curva do rio" (livro que é disponibilizado naíntegra, :::aqui:::), de Dee Brown (1908-2002), onde se pode ler:

"Nunca fizemos mal algum ao homem branco; não queremos isso... Desejamos ser amigos do homem branco... Os búfalos estão diminuindo depressa. Os antílopes, que eram muitos há poucos anos, agora são Poucos. Quando morrerem todos, ficaremos famintos; vamos querer algo para comer e seremos obrigados a ir ao forte. Seus jovens não devem atirar em nós; em toda parte onde nos veem, atiram e atiramos neles." TONKAHASKA (Touro Alto) a general Winfield Scott Hancock



"[...] muitos dos jovens foram para o Texas caçar búfalos e atacar os texanos que haviam tomado suas terras. Estavam particularmente furiosos com os caçadores brancos que vinham do Kansas para matar milhares de búfalos; os caçadores só pegavam as peles, deixando as carcaças sangrentas apodrecer nas Planícies. Para os kiowas e comanches, os brancos pareciam odiar tudo na natureza. 'Este território é antigo', queixou-se Satanta ao Velho do Trovão Hancock, quando se encontrou com ele em Fort Learned, em 1867. 'Mas vocês estão cortando as árvores e agora o território não tem mais importância'. No riacho Medicine Lodge, queixou-se outra vez aos comissários de paz: 'Há muito tempo, esta terra pertencia aos nossos antepassados; mas quando subo o rio, vejo acampamentos de soldados em suas margens. Esses soldados cortam minha madeira; matam meu búfalo e, quando vejo isso, meu coração parece partir; fico triste'".


"(Dos 3.700.000 búfalos destruídos de 1872 a 1874, só 150.000 foram mortos pelos índios. Quando um grupo de preocupados texanos perguntou ao general Sheridan se nada iria ser  feito para deter a matança indiscriminada dos caçadores brancos, ele respondeu: 'Deixem-nos matar, esfolar e vender até que o búfalo tenha sido exterminado, pois esse é o único modo de conseguir paz duradoura e permitir a civilização progredir.') Os kwahadis livres não queriam participar de uma civilização que progredia com o extermínio de animais úteis."

"Por todo o fim do verão de 1874, os índios e os búfalos procuraram refúgio [...]. Os índios só mataram os animais suficientes para suas necessidades de inverno. Estenderam a carne cuidadosamente para secar ao sol, armazenando tutano e gordura em peles, trataram os tendões para fazer cordas de arco e fios, fizeram colheres e xícaras com os chifres, trançaram o pelo para cordas e cintos, curtiram os couros para cobertas de tendas, roupas e mocassins."

De tema de casa, o professor solicitou que os estudantes pesquisassem o conceito de populismo.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Nona aula!

Aula expositiva dialogada em que o professor concluiu as explicações a respeito do porquê de haver uma América "rica" e uma América "pobre"; as diferentes colonizações e seus aspectos.

Nesta aula, o elemento apresentado foi chamado de: "A estruturação da sociedade e o sistema jurídico".

A respeito disso, o professor instruiu que, na América Anglo-Saxã, como o objetivo era o da fixação daqueles migrantes que lá chegavam, a sociedade já foi se estruturando como era na Europa, bem como, as "leis" chegaram quase que ao mesmo tempo, com os novos moradores.

Neste ponto, o professor fez observações a respeito de como os autóctones sofreram com a implantação disto naquele continente. 

Diferentemente na América Latina, como o objetivo era o da exploração, a estruturação social foi baseada na escravidão, no trabalho forçado, na exclusão e no poder do mais forte imposto ao mais fraco. Do mesmo modo, as "leis" não chegaram junto com os colonizadores, e, quando vieram, foram para manter e legitimar o status quo vigente.

Com relação a isso, as mesmas observações foram feitas com relação aos índios, que tanto sofreram com a implantação da sociedade e do sistema jurídico que surgia. 

O professor concluiu a aula chamando a atenção para o esforço que cada jovem adolescente deve fazer para, uma vez tendo tomado o conhecimento disso, libertar-se e escrever o seu futuro, buscando sempre livrar-se das "amarras" socioeconômicas, por intermédio da cultura; com a Educação, portanto, sempre a Educação!!!

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Oitava aula!

Utilizando-se das noções (re)construídas na aula passada, e, retomando a mesma, o professor explicou que não é o fato de termos sido colonizados pelos portugueses e pelos espanhóis que torna os países latino-americanos pobres. Relativamente a isso, o professor explicou que há inúmeros países que foram colonizados por franceses, belgas, alemães e ingleses, por exemplo, e que são pobres também. 

Neste ponto, o professor lembrou a fala de um dos alunos que externou a opinião de que a "culpa da pobreza dos países da América Latina é deles próprios, que não 'cuidam' bem de suas riquezas", e, quanto a isso, lembrou a resposta de George Soros à Hebe de Bonafini, uma das líderes das Mães da Praça de Maio, em 2001, quando de um "debate" através de uma teleconferência via satélite entre o Fórum Social Mundial (que naquele ano fora realizado em Porto Alegre) e o Fórum Econômico Mundial (realizado em Davos). Na ocasião, Soros disse, com mais ou menos estas mesmas mesmas palavras,  que: "a culpa da pobreza da América Latina é dos próprios países e seus governantes".

Um dos aspectos do daquele debate pode ser assistido no vídeo abaixo: 



Após esta exposição, o professor problematizou as noções apresentadas, aproveitando para apontar o que elas têm de correto, bem como, o que elas tem de equívoco.

Feito isso, o professor prosseguiu com aula expositiva dialogada sobre os aspectos que encerram o processo de colonização por exploração. Para tanto, o professor utilizou-se do seguinte pensamento de Eduardo Galeano (1940-2004), a saber:

"A ruína da América Latina foi o fato de ela ter nascido importante"

Para estudar mais e ir além, sobre o que está colocado imediatamente acima, de maneira negativa (ou invertida), é interessante ler a seguinte passagem retirada do livro "As Veias Abertas da América Latina":

"A importância de não nascer importante
As 13 colônias do Norte tiveram; pode-se bem dizer; a dita da desgraça. Sua experiência histórica mostrou a tremenda importância de não nascer importante. Porque no norte da América não tinha ouro; nem prata; nem civilizações indígenas com densas concentrações de população já organizada para o trabalho; nem solos tropicais de fertilidade fabulosa na faixa costeira que os peregrinos ingleses colonizaram. A natureza tinha-se mostrado avara; e também a história: faltavam metais e mão-de-obra escrava para arrancar metais do ventre da terra. Foi uma sorte. No resto; desde Maryland até Nova Escócia; passando pela Nova Inglaterra; as colônias do Norte produziam; em virtude do clima e pelas características dos solos; exatamente o mesmo que a agricultura britânica; ou seja; não ofereciam à metrópole uma produção complementar. Muito diferente era a situação das Antilhas e das colônias ibéricas de terra firme. Das terras tropicais brotavam o açúcar; o algodão; o anil; a terebintina; uma pequena ilha do Caribe era mais importante para a Inglaterra; do ponto de vista econômico; do que as 13 colônias matrizes dos Estados Unidos.
Essas circunstâncias explicam a ascensão e a consolidação dos Estados Unidos como um sistema economicamente autônomo; que não drenava para fora a riqueza gerada em seu seio. Eram muito frouxos os laços que atavam a colônia à metrópole; em Barbados ou Jamaica; em compensação; só se reinvestiam os capitais indispensáveis para repor os escravos na medida em que se iam gastando. Não foram fatores raciais; como se vê; os que decidiram o desenvolvimento de uns e o subdesenvolvimento de outros; as ilhas britânicas das Anti­lhas não tinham nada de espanholas nem portuguesas. A verdade é que a insignificância econômica· das 13 colônias permitiu a precoce diversificação de suas manufaturas. A industrialização norte-ame­ricana contou; desde antes da independência; com estímulos e proteções oficiais. A Inglaterra mostra­va-se tolerante; ao mesmo tempo que proibia estritamente que suas ilhas antilhanas fabricassem até mesmo um alfinete."
(GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janei ro: Paz e Terra, 1986. p. 146.) 

Para encerrar a aula, o professor comentou a respeito das diferentes posições teológicas adotadas por católicos (portugueses e espanhóis (América Latina)) e protestantes (ingleses (América Anglo-Saxã)); os primeiros e sua pobreza que "ganha o céu"; os segundos, com sua riqueza como "bênção". 

terça-feira, 3 de abril de 2018

Sétima aula!

O professor retomou a aula passada e seguiu imediatamente à correção das questões solicitadas como "tem de casa" na quinta aula, a saber:

1) Você se considera americano? Sim ou não? Por quê?
2) Existe uma América rica e uma América pobre. O que causou esta situação?
3) O que é, afinal, pobreza e riqueza?

Com base no que os próprios alunos liam, o professor fazia os comentários pertinentes.

Assim, inicialmente, o professor explicou o conceito de "americano".

em seguida, o professor passou no quadro de giz os conceitos de "região" e "regionalização", bem como, as regionalizações mais comuns usadas, para fins didáticos, em nível da América, e seus respectivos critérios, assim:


Continente Americano
Critério de Regionalização
Um único continente:
Somos todos americanos, apesar de a mídia insistir em nomear osestadunidenses como os únicos “americanos”
Físico (do termo physis, dos gregos)
Dois continentes:
&
Cultural (a língua, o idioma): osanglos e os saxões, que culminam nos anglo-saxões (o inglês e o francês), no norte da América e latim (espanhol e português), no sul da América.
Três continentes:
e

Político e Econômico (aproximações políticas e blocos econômicos)


Foi debatido a respeito de o que é, afinal, riqueza e o que é, afinal, a pobreza.

O professor instigou os alunos com a seguinte comparação: "quem é o rico? O empresário que dirige o seu BMW em uma estrada de asfalto ou o índio que está em estado natural em meio à mata?"

Muitos estudantes externaram que "rico" seria o empresário, enquanto outros disseram que seria o índio.

O professor integrou esta noção comentando sobre a relatividade dos termos, fazendo, como faz o geógrafo britânico, David Harvey, uma distinção entre "crescimento" e "desenvolvimento".

Com base no que está exposto acima, o professor fez, ainda, uma fala versando sobre a noção de trabalho/ emprego e de como isso era anacrônico, à época da colonização, aos índios. Essa discussão é sugerida pelo geógrafo bernardense, especialista no ensino de Geografia, José William Vesentini em vários de seus livros.


terça-feira, 27 de março de 2018

Sexta aula!

O professor trouxe os dados de uma pesquisa que coloca o Brasil como a segunda população do mundo com menos noção da própria realidade (a pesquisa na íntegra está :::aqui:::) e fez os devidos comentários sobre questões envolvidas.

Nesse sentido, o professor alertou que a disciplina de Geografia pode ajudar, em muito, justamente nisso, que os estudantes sejam, cada vez mais cônscios da própria realidade, e isso de maneira crítica e transformadora.

Em seguida, o professor passou de classe em classe conferindo quem havia e quem não havia feito o "tema de casa"; os que haviam feito receberam o visto do prof., em seus cadernos; os que não realizaram a atividade, levaram bilhete para casa, endereçado aos pais e/ ou responsáveis.

A correção das questões do "tema de casa", dado na aula passada, ficaram para a próxima aula.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Quinta aula!

Tal qual a última aula, o professor retomou o conteúdo visto ao longo do ano passado, concluindo isso.

Concluiu-se a questão (ver perguntas 19 e 20 última aula) de que a "Revolução Industrial" brasileira se deu um século após à ocorrida na Europa, e, de que, ela foi trazida pelos imigrantes, que de lá vieram (séc. XIX), sabedores que eram de todos aqueles processos, em virtude de já terem passado pelos mesmos.

Foi retomado, desta vez, a questão de como os negros foram vistos ao longo do processo que culminou na abolição da escravatura; não como futuros cidadãos, mas como consumidores.

Foram relembrados, ainda que de modo rápido, o conceito de migração, os tipos destes movimentos no espaço geográfico e as causas/ fatores que os ocasionam.

Como tema de casa, a fim de introduzir o estudo de continente americano, o professor colocou as seguintes perguntas no quadro de giz, que ficaram de "tema de casa":

1) Você se considera americano? Sim ou não? Por quê?
2) Existe uma América rica e uma América pobre. O que causou esta situação?
3) O que é, afinal, pobreza e riqueza?

quinta-feira, 22 de março de 2018

Quarta aula!

O professor lembrou do "tema de casa", solicitado na última aula, e fez os últimos comentários relativos ao mesmo. O tema era sobre as máximas de Pedro Demo. Assim, o assunto foi devidamente integrado e concluído.

Em seguida, o professor passou à sondagem. Fez isso através de perguntas dirigidas à turma (preguntas "abertas) e perguntas dirigidas diretamente a alguns alunos (perguntas "fechadas").

As perguntas foram as seguintes:

1) O que é Geografia?
2) O que é Espaço?
3) O Espaço é "parado" ou possui "movimento"?
4) O que é mais importante, o tempo ou o espaço?
5) O Espaço pode gerar o tempo (o caso da rotação da Terra)?
6) O que é Paisagem?
7) O que é necessário para se "captar" a Paisagem (os sentidos)? 
8) O que foi a Revolução Industrial? Quando e onde teve início?
9) Quais os aspectos da Primeira Revolução Industrial?
10) Quais os aspectos da Segunda Revolução Industrial?
11) Quais os aspectos da Terceira Revolução Industrial?
12) Quais os aspectos da Quarta Revolução Industrial?
13) O que são Setores Econômicos?
14) Quais as atividade do Setor Primário? 
15) Quais as atividade do Setor Secundário? 
16) Quais as atividade do Setor Terciário?   
17) Quais as atividade do Setor Quaternário? 
18) O que é "terciarização"?
19) Quando, onde e como a Revolução Industrial brasileira teve o seu início?
20) Qual o papel dos imigrantes e da abolição da escravatura no Brasil?  

À medida que os estudantes iam respondendo, o professor fazia os comentários pertinentes, corrigindo, retirando dúvidas e aprofundando.



 


terça-feira, 20 de março de 2018

Terceira aula!

O professor retomou a primeira e a segunda aula, aprofundando alguns aspectos. Citou, para exemplificar, o filme filme "Mãos Talentosas" ("Gifted Hands: The Ben Carson Story"), que conta a vida de Ben Carson. Fez isso para falar a respeito da Sra. Sonya Carson, mãe de Ben, que não sabia ler nem escrever, e, no entanto, soube Educar seus filhos (Ben e Curtis) para que atingissem, mesmo com todas as dificuldades socioeconômicas, respectivamente, as profissões de neurocirurgião e engenheiro.

Em seguida, passou a cobrar o "tema de casa", solicitando que os estudantes lessem o que haviam escrito em seus cadernos para interpretar a seguinte frase do sociólogo catarinense Pedro Demo:

"Educar é mais que o mero instruir" 

Conforme os alunos iam lendo, o professor ia fazendo os comentários pertinentes, buscando fazer o devido aprofundamento. 

Do mesmo modo, foi discutido as interpretações dos estudantes para a máxima baixo, também de Pedro Demo:

"Pesquisar [ou 'estudar'] é modo de vida"

Feito isso, o professor, para encerrar estas noções iniciais que tinham por objetivo estimular, instigar os alunos a estudarem com mais afinco, integrou os conhecimentos falando acerca da importância da leitura. Para tanto, questionou os estudantes sobre quais livros eles haviam lido e que havia marcado as suas vidas.

Como se sabe, as pesquisas indicam, o brasileiro lê pouco, e, como não poderia deixar de ser, poucos foram os títulos citados pelos estudantes. Entrementes, entre os citados, nenhum havia sido lido até o fim. Os livros citados foram: 


Note-se que o que foi lembrado, o foi porque havia virado filme.

O professor comentou sobre a Literatura Universal e falou da importância de os alunos lerem este tipo de literatura. Observou que os livros acima citados são bons, mas que uma pessoa até poderia morrer sem lê-los, e, ainda assim, não teria perdido nada de muito importante. Quis, com isso, instigar acerca da necessidade de se ler livros de real peso para a história da cultura e do pensamento humanos.

Neste ponto, o professor comentou que até existem listas dos 100 mais da literatura e convidou os alunos pára que fossem atrás delas.

Abaixo, disponibiliza-se duas destas listas:


    

sexta-feira, 16 de março de 2018

Segunda aula!

Visto que muitos alunos que estavam presentes hoje haviam faltado à aula de ontem, o professor fez uma breve fala para se apresentar e para fazer as combinações do Ano Letivo. Falou da importância o caderno, das regras de convivência e do modo de avaliação.

Em seguida, explicou como funciona o presente espaço e o grupo de estudos fechado do Facebook.

Feito isso, o professor retomou as noções, trabalhadas no ano passado, acerca do "estudar para si mesmo", de Nietzsche, de seu livro "Escritos sobre Educação", e, em seguida, introduziu a seguinte a noção: retirada do livro "O Conde de Monte Cristo" (Alexandre Dumas (1802-1870)), do diálogo entre dois dos importantes personagens da obra, a saber:

DIÁLOGO:

Abbe Faria: "Em troca da sua ajuda, eu ofereço algo muito valioso." 
Edmond: "Minha liberdade?" 
Abbe Faria: "A liberdade pode nos ser tirada, como você bem sabe. Eu te ofereço meu conhecimento.” 

PERSONAGENS:

- Abade Faria : padre italiano. Condenado em 1811 para crimes com implicações políticas, ele encontra Edmond Dantès no Castelo de If, onde os dois estão detidos. Culto, científico, poliglota e considerado como louco pelos guardas. Ele fez amizade com Edmond Dantès com quem ele elabore um plano de evasão. Antes de morrer de um acidente vascular cerebral, ele revela a localização do seu tesouro na ilha de Montecristo que permita a Edmond Dantès de financiar a sua vingança. O personagem é inspirado em José Custódio de Faria. 

- Edmond Dantès: Filho de Louis Dantès e namorado de Mercédès Herrera. No início, Edmond Dantès é imediato a bordo do navio o "Faraó” e futuro capitão do mesmo. Ele é denunciado por “seus” amigos Fernand Mondego e Danglars como espião bonapartista. Edmond é preso e encontra-se detido no Castelo de If (prisão situada ao largo da costa de Marselha), ele é mantido preso por Villefort durante o Governo dos Cem Dias. Após a sua fuga, ficou preso durante 14 anos da sua vida, e para esclarecer a verdade e que nenhum crime fique sem castigo, Edmond Dantès utilize vários disfarces e realiza com paciência os seus planos de vingança desde da Itália e depois em França.

Emerge do diálogo entre os personagens acima, a noção de que TUDO pode ser tirado de uma pessoa, até mesmo a sua liberdade, tudo mesmo... Mas, há uma coisa que não lhe pode ser tirada...: o conhecimento... 


Feita a explanação acima, o professor solicitou, de tema de casa, que, com base no que foi estudado até aqui, os estudantes interpretassem, com as suas palavras, as seguintes frases do sociólogo catarinense, Pedro Demo:

"Educar é mais que o mero instruir"

e

"Estudar [ou pesquisar] é modo de vida"

quinta-feira, 15 de março de 2018

Primeira aula!

O professor conversou com os alunos, todos eles estudantes da escola desde o ano passado, e, muitos, desde a inauguração da mesma, em 2015. Não há alunos novos no grupo.

Em seguida, solicitou um caderno de geografia, com as páginas numeradas, o que pode ser feito pelo próprio aluno, no canto superior de cada folha. Foi lembrado, também, que o caderno é peça chave da avaliação, devendo estar sempre atualizado e caprichado.

Feito isso passou a explicar sobre o grupo de estudos fechado do Facebook, bem como, sobre o presente ciberespaço.

Foi ressaltado que, uma vez havendo dois lugares distintos para que o aluno acompanhe o conteúdo que está sendo estudado diariamente, não há o porquê de o aluno não estudar com qualidade. Ressaltou-se, entretanto, que todos estes espaços virtuais só servem para somar, nunca para prejudicar aqueles que não têm Internet e/ ou não querem interagir por estes meios.

Em seguida, o professor passou a retomar a noção vista no ano anterior, vinda do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), do livro "Escritos sobre Educação", a saber: a de que no tempo de Nietzsche, século XIX, as pessoas estavam estudando para o Estado. Segundo o filósofo alemão, isso era ruim, ou ainda, não era a melhor e mais adequada forma de estudar, pois, considerando o estudar desse modo, o estudante busca estudar para ter sucesso, e é justamente este o erro. Para Nietzsche, as pessoas deveriam estudar para elas mesmas, cada estudante deveria estudar para si mesmo, e, fazendo isso, cada um teria, a seu tempo, o sucesso como consequência e não como objetivo.

Nietzsche quer, com isso, colocar o estudo como algo que deve ser feito para a pessoa e somente ela, como algo prazeroso, como um investimento pessoal que tem de ser consciente e rigoroso, não como uma obrigação ou como algo necessário para tão somente se alcançar um emprego ou um trabalho, mundo dos negócios, Mercado, etc..

Após esta retomada, o professor indicou que, na próxima aula, irá tratar sobre uma noção advinda do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas, a saber: a de que tudo nos pode ser roubado, menos o... ::: [aguardem a próxima aula (e a próxima publicação)] :::

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

SOBRE ESTE BLOG...:

O presente blog foi criado para  servir de "Diário de Classe", ou seja, TODAS as aulas ministradas presencialmente serão publicadas aqui para que os estudantes possam retomá-las, estudar e retirar dúvidas!!!

Queridos estudantes, façam bom proveito!!!

Att,

Prof. Donarte (Geografia).

2ª AULA DO 3º TRI.: CANADÁ E MÉXICO!

N.B. : no encontro de 16 de set. , os estudantes assisitiram à preleção de Caio Riter, pelo Programa/ Projeto "Adote um escritor",...